O terremoto atingiu, também a cidade de Yushu, na parte tibetana de Qinghai, afirmou a Agência de Notícias de Xinhua com informações do centro de gerenciamento de terremotos chinês, que registrou a magnitude de 7.1 graus. O site do governo local informa que, em 2005, a população local era de 89.300 e composta, em sua maioria, por trabalhadores rurais.
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Muitas casas feitas de barro e madeira ruíram, afirmou Gasong Nima, correspondente de um canal de TV local. “Em um instante, as casas foram abaixo. Foi um terrível terremoto”, disse Nima. “Em um pequeno parque, há uma torre budista que teve seu topo totalmente destruído”.
"Todos estão na rua, em frente de suas casas, tentando encontrar familiares", disse.De acordo com um porta-voz do serviço provincial de emergências da região, "pode haver muitas vítimas, pois era tarde e as pessoas estavam em suas casas".A "Rádio China" afirma que 90% das casas da cidade de Jiegu, uma das zonas mais afetadas pelo terremoto, e onde se encontra o Governo provincial, ficaram destruídas. O comandante do Exército de Libertação Popular (ELP) da zona militar de Yushu, Wu Yong, revela que estão sendo instaladas tendas de campanha e oxigênio está sendo levado ao local para ajudar os feridos, que ainda não foram quantificados. Wu conta também que as estradas que conduzem ao aeroporto ficaram danificadas, o que dificulta os trabalhos de resgate. O porta-voz da Administração de Terremotos da China relata que duas equipes de resgate de Qinghai e do Tibete foram enviados à região afetada. O epicentro do primeiro tremor foi localizado a 380 quilômetros ao sul-sudeste de Golmud, uma grande cidade de Qinghai, a uma profundidade de 10 quilômetros, segundo informações do Instituto Geológico americano. Dez minutos depois, a região foi atingida por um abalo de magnitude 5.3, seguido por dois minutos depois por um abalo de 5.2. Ambos tremores subsequentes foram medidos a uma profundidade de 10 quilômetros.
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Muitas casas feitas de barro e madeira ruíram, afirmou Gasong Nima, correspondente de um canal de TV local. “Em um instante, as casas foram abaixo. Foi um terrível terremoto”, disse Nima. “Em um pequeno parque, há uma torre budista que teve seu topo totalmente destruído”.
"Todos estão na rua, em frente de suas casas, tentando encontrar familiares", disse.De acordo com um porta-voz do serviço provincial de emergências da região, "pode haver muitas vítimas, pois era tarde e as pessoas estavam em suas casas".A "Rádio China" afirma que 90% das casas da cidade de Jiegu, uma das zonas mais afetadas pelo terremoto, e onde se encontra o Governo provincial, ficaram destruídas. O comandante do Exército de Libertação Popular (ELP) da zona militar de Yushu, Wu Yong, revela que estão sendo instaladas tendas de campanha e oxigênio está sendo levado ao local para ajudar os feridos, que ainda não foram quantificados. Wu conta também que as estradas que conduzem ao aeroporto ficaram danificadas, o que dificulta os trabalhos de resgate. O porta-voz da Administração de Terremotos da China relata que duas equipes de resgate de Qinghai e do Tibete foram enviados à região afetada. O epicentro do primeiro tremor foi localizado a 380 quilômetros ao sul-sudeste de Golmud, uma grande cidade de Qinghai, a uma profundidade de 10 quilômetros, segundo informações do Instituto Geológico americano. Dez minutos depois, a região foi atingida por um abalo de magnitude 5.3, seguido por dois minutos depois por um abalo de 5.2. Ambos tremores subsequentes foram medidos a uma profundidade de 10 quilômetros.
Em 2008, um terremoto de magnitude 7,9 na província de Sichuan deixou ao menos 90 mil pessoas mortas ou desaparecidas.
*Com informações da Associated Press e AFP
Por: Pb. Gidel de Morais


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