Ex-membro da direção da CPAD revela novas polêmicas na CGADB”


O pastor e teólogo Geremias do Couto(foto), respeitado pelos colegas da denominação pelo seu zelo teológico e irrepreensível ética, faz importantes considerações sobre a atual situação da CGADB – Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil, e CPAD – Casa Publicadora das Assembléias de Deus
No texto, o pastor comenta ainda o pedido de desligamento do pastor Silas Malafaia, 1º Vice-Presidente, desligamento do pastor Antônio Silva Santana, 1º Tesoureiro da Convenção, a polêmica envolvendo a Bíblia Dake e outros pormenores que fazem “ruir a instituição”:
Relutei muito em escrever esta postagem. Esperava que as coisas não chegassem ao ponto em que chegaram, no âmbito da CGADB. Tanto eu quanto outros companheiros nos posicionamos, sempre que nos foi possível, com a expectativa de que a atual gestão, eleita em abril de 2009, pusesse ordem na casa, programasse uma celebração do Centenário a altura de nossa história, apoteótica, com a inclusão da igreja-mãe, e preparasse uma transição pacífica em 2013. Confesso que estou humanamente decepcionado.
O quadro que se nos apresenta hoje mais parece com o baile da Ilha Fiscal. Para quem não se lembra, foi a última grande festa da monarquia brasileira, “considerado o mais extraordinário entre todos os bailes promovidos pelo império”, que teve lugar nos luxuosos salões do Palácio da Ilha Fiscal, situada na entrada da Baía da Guanabara, seis dias antes de ser instaurada a República. Segundo dados históricos, “dançou-se muito no baile da Ilha Fiscal, mas o que os convidados não imaginavam, nem o Imperador Pedro II, é que se dançava sobre um vulcão”. O resto todos sabem.
A ilustração parece forte, mas não vejo outra mais apropriada para o momento. Enquanto um vulcão sem proporções está prestes a explodir sob os nossos pés, os nossos líderes parecem não se dar conta disso e deixam a impressão de que agem como se nada estivesse acontecendo. Paira no ar a noção que o seu interesse é manter o “status quo”, custe o que custar, aparentar uma situação sob controle, em que o Titanic parece navegar em águas tranquilas, quando, de fato, há não só um imenso iceberg adiante, mas também uma insatisfação que se alastra a olhos vistos entre os convencionais pelo descalabro em que se encontra a nossa instituição. Não me lembro, em toda a minha história de ministério, de uma crise tão séria como a que experimentamos. Mas os nossos líderes parecem viver como se estivessem em céu de brigadeiro.
Veja em que estágio se encontra o vulcão, enquanto o “baile” prossegue aparentemente sem qualquer percepção da realidade que cerca a nossa instituição.
Primeiro foram duas demissões até hoje não esclarecidas de dois funcionários de confiança da CPAD antes da Assembleia Geral Ordinária de abril de 2009. Refiro-me ao Gerente Administrativo e Financeiro da Editora, Walter Alves de Azevedo, homem íntegro e de ilibada reputação, que, ao voltar de férias, quase não pôde entrar em sua sala, pois a fechadura da porta fora trocada antes de sua chegada, como se tratasse de um marginal. Foi substituído por alguém que, segundo me consta, tem laços de parentesco com a esposa do diretor executivo. A segunda demissão foi a do jornalista Antonio Mesquita, Gerente de Jornalismo da CPAD, que desfrutava de prestígio junto à direção da CPAD, sendo também homem de grande caráter.
Sei que demissões são normais em qualquer empresa. Uns chegam, outros vão. Todavia, nos casos acima me faz lembrar a recente postagem do pastor Carlos Roberto em seu blog sob o título: “Santa” queima de arquivo. Acredito que em qualquer auditoria independente que se faça sobre a CGADB/CPAD estes deveriam estar na lista como os primeiros a serem ouvidos. Questão de bom senso.
Depois veio a própria Assembleia Geral Ordinária de abril de 2009 em que o relatório financeiro da CGADB foi aprovado com ressalvas, após imensa batalha em plenário capitaneada pelo pastor Silas Malafaia. Cheguei o ouvir de um defensor do relatório que o fazia para preservar a CPAD. Creio que o pastor Silas tenha concordado com a aprovação, sob restrições, na esperança de que os rumos fossem corrigidos. Mas o que os fatos parecem demonstrar é que ao invés disso a coisa degringolou de vez.
Nos meses recentes teve o imbróglio Dake que até hoje continua sob impasse em que pese duas resoluções determinativas do CD e da CA proibindo a publicação e a venda da obra sem que a editora tenha obedecido aos seus termos. Soube-se depois que a Mesa Diretora da CGADB, em reunião durante as comemorações dos 70 anos da CPAD, se teria pronunciado em favor de uma revisão com o acompanhamento de ambos os órgãos para “escoimar” os resquícios que ficaram. Mas nem isso, ao que eu saiba, aconteceu. Assim, enquanto os órgãos da CGADB caem em descrédito, a CPAD parece dispor de uma força que ultrapassa o poder da CGADB, a sua proprietária. Qual seria a razão?
Não demorou muito e veio não só a renúncia do pastor Silas Malafaia à primeira vice-presidência da CGADB, mas o próprio desligamento da entidade. Apesar de ser seu amigo, tenho veemente discordância da teologia que hoje esposa e não compactuo uma filigrana sequer com as campanhas de Mike Murdock e Morris Cerullo levadas a cabo em seu programa. Como então diretor de publicações da editora, isso fica claro em minha decisão de lançar o livro Cristianismo em Crise pela CPAD, que condena tais práticas. Mas tenho de concordar com os motivos alegados para a decisão que tomou, segundo ele “de arrepiar os cabelos”, pois, em sendo verdade, refletem o descalabro de nossa instituição.
Agora somos apanhados por outra renúncia. O pastor Antonio Silva Santana, 1° tesoureiro da CGADB, homem cuja reputação ninguém discute, também abriu mão do cargo. Nesta segunda-feira, dia 31 de maio, protocolou carta na secretaria-geral da CGADB (já amplamente divulgada na internet como a do pastor Silas Malafaia) onde pinta com cores ainda mais fortes do que o pastor Silas Malafaia as razões para a sua decisão. O que se lê em ambos os documentos e em emails que nos chegam me levam a uma única conclusão: como está não pode ficar. Ou a mesa diretora da CGADB assume o controle da situação, promove uma auditoria independente, rearruma a estrutura administrativa da CGADB/CPAD e permite que em setembro a eleição do cargo vago de 1° vice-presidente seja democrática ou teremos demandas judiciais extremamente danosas pela frente, que poderá resultar no esfacelamento total de nossa já combalida CGADB.
Mas se os nossos líderes preferirem continuar repetindo o mesmo frenesi do baile da Ilha Fiscal, como se tudo fosse uma festa, saibam que estão celebrando um centenário desenxabido, em que a igreja-mãe é excluída da programação, a liderança está fragmentada e o dia seguinte pode ser de profunda tristeza para uma denominação que não merecia estar passando por essa vergonha inominável.
Alguém poderá criticar-me por tratar do assunto no blog. Mas saiba que, além de não trazer nenhum ponto específico do que circula à boca pequena, em respeito aos colegas convencionais, faço apenas refletir o que, infelizmente, já está espalhado por toda a mídia, sobretudo na internet. Há algum mal nisso? É possível. No entanto, pode ser também a forma que Deus esteja usando para tratar conosco, enquanto líderes que queremos seguir o nosso próprio caminho, não o dEle.

Que o Senhor tenha misericórdia de nós!”
Por:Daniel Filho de Jesus

CGADB rebate em nota oficial as acusações de Silas Malafaia e de ex tesoureiro
Com status anunciado por alguns como “crise” e “ruinas” a Convenção Geral das Assembléias de Deus do Brasil (CGADB) em pleno centenário foi alvo e inúmeros atentados a sua idoneidade, ética e finanças. Após muitas polêmicas e acusações feitas pelo ex tesoureiro Antônio Silva Santana, pelo ex vice presidente Silas Malafaia e outros membros da instituição, a CGADB resolveu se pronunciar. Por meio de nota oficial rebateu as acusações e explicou o que seriam as supostas pendências financeiras que a Convenção teria.

Assinada pelo Presidente José Wellington(foto), a nota oficial da CGADB sobre os supostos problemas financeiros você confere na integra abaixo:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

AOS MEMBROS DA CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS NO BRASIL – CGADB
A MESA DIRETORA da CONVENÇÃO GERAL DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS NO BRASIL – CGADB – tendo tomado conhecimento de que circulam na internet as comunicações de renúncias do 1º vice-presidente e do 1º tesoureiro, pastor Silas Lima Malafaia e pastor Antonio Silva Santana, respectivamente, nas quais os ilustres e eminentes servos de Deus expõem a esta Mesa Diretora as razões motivadoras de suas renúncias, por amor à verdade e para espancar eventuais dúvidas quanto à integridade e lisura dos signatários na condução dos interesses sociais da nossa veneranda CGADB, esta cumprindo o seu dever espiritual, moral, estatutário e legal de defender a instituição e ao seu órgão diretivo na forma do estatuto social em vigor, vem ao público prestar os seguintes esclarecimentos, por amor à verdade e respeito às consciências daqueles que pugnam por uma conduta séria, honrada e espiritual, como convém a todos que servem na seara do Senhor Jesus:

1) Na notificação firmada pelo ilustre pastor Silas Lima Malafaia, foi comunicada a sua renúncia ao cargo de 1º vice-presidente da CGADB, eleito que foi na última Assembléia Geral Ordinária em Vitória-ES, em abril de 2009, como também o seu desligamento do quadro de membros. Evidentemente que poderia ter ocorrido a renúncia sem o desligamento, pois a primeira não era dependente da segunda. Os motivos apontados na precitada comunicação não são atuais, pois, como ele próprio diz, “Tais denúncias, por oportunidade da última Convenção da CGADB, restaram integralmente comprovadas em trabalho realizado por comissão formada para esse fim, cujo relatório só foi aprovado com as ressalvas e obrigações de apresentar balancetes”. Esta Mesa Diretora já se manifestou anteriormente por nota de esclarecimento similar à presente, publicada no jornal Mensageiro da Paz, nº 1.490, de julho/2009, por ocasião de manifestação televisiva de outro convencional.

2) Conforme disposição contida no artigo 44, III, do estatuto social em vigor, o atendimento das exigências da precitada comissão especial a que se referiu o renunciante não era, como não é, de todo o órgão diretivo, mas do 1º tesoureiro, como a seguir transcrito:

“Art. 44. Compete ao 1º Tesoureiro:

III – elaborar o relatório financeiro e apresentá-lo trimestralmente ao Conselho Fiscal e bienalmente à Assembléia Geral Ordinária;”
Portanto, trata-se de competência legal individual específica, cabendo àquele que foi eleito para o cargo ter consigo a consciência da atribuição que lhe é conferida pela norma estatutária;
3) Quanto à renúncia do 1º tesoureiro, o honrado servo de Deus pastor Antonio Silva Santana, foi alegado, dentre outros motivos para a sua renúncia, que: a) “só tomei posse em 29 de julho de 2009”; b) “só a partir desta data é que fui tomando conhecimento da real situação fiscal e financeira da CGADB”; c) “a cada dia fica impossível o levantamento de toda a documentação contábil, fiscal e bancária, uma vez que não foi atendida à solicitação do Conselho Fiscal da CGADB lavrado em 12 de março de 2010 solicitando uma auditoria nas contas do mandato anterior a 2009”;
4) Confrontando-as, a Mesa Diretora esclarece:
a) o ilustre renunciante não tomou posse na data por ele alegada, pois ela ocorreu juntamente com os demais eleitos no dia 25 de abril de 2009, conforme o termo por ele assinado, passando a ser de fato e de direito o 1º tesoureiro da CGADB a partir de então. Se o tesoureiro anterior não lhe repassou as informações inerentes ao exercício do mandato anterior, o fato fica restrito aos dois e não a todo o órgão diretivo;
b) na condição de eleito e empossado, passou a ser de sua exclusiva competência solucionar as pendências existentes, podendo, inclusive, ter solicitado a cooperação do Conselho Fiscal para proceder aos levantamentos necessários para o perfeito esclarecimento dos fatos, o que não aconteceu;
c) atendendo à solicitação do ilustre renunciante, a presidência autorizou-lhe contratar todos os funcionários necessários ao perfeito desempenho das tarefas da tesouraria, tendo ele contratado com vínculo empregatício apenas um assessor, que não residia na sede da CGADB, e substituído duas funcionárias para as tarefas subalternas;
d) na reunião da Mesa Diretora realizada em 12 de março de 2010, em cuja data o Conselho Fiscal apresentou o pedido de realização de auditoria referido pelo renunciante em sua notificação, foi decidido que uma comissão especial procederia todos os levantamentos necessários junto à Tesouraria, controladoria, prestadores de serviços, bancos, etc, para esclarecer os fatos e apontar as soluções adequadas, para que fossem atendidas as recomendações contidas no relatório da comissão especial da Assembléia Geral Ordinária realizada em Vitória-ES. Após os exaustivos trabalhos desenvolvidos pela precitada comissão especial, o qual contou com a participação pessoal do renunciante, foi elaborado um relatório apontando os fatos que impediram a apresentação dos balanços dos exercícios de 2007 e 2008, e as medidas corretivas necessárias ao atendimento das exigências legais;
e) no mesmo relatório, a comissão especial relata que muitos dos cheques emitidos pela CGADB e devolvidos pelas instituições bancárias sacadas foram em razão de convenções afiliadas e alguns convencionais terem pago as anuidades e inscrições de membros para participarem da Assembléia Geral em Vitória-ES em até dez parcelas, e os respectivos boletos bancários e cheques por elas emitidos não terem sido honrados pelos emitentes, o que contribuiu para que os cheques emitidos para pagamentos com as receitas oriundas das anuidades e inscrições não terem sido cobertos;
f) a comissão especial também conseguiu, através do profissional que presta serviços na área de informática, unificar e uniformizar os dados utilizados pela Secretaria Geral e Tesouraria, resgatar as informações financeiras e documentação que permitissem a elaboração dos balanços acima referidos pelo contador, resgatar os cheques devolvidos que estavam em poder de terceiros e proceder as baixas junto aos bancos sacados com baixa nos órgãos de créditos, o que está contribuindo para normalização do funcionamento da tesouraria e controladoria da CGADB.
Resta claro, portanto, que as motivações para as renúncias, embora pareçam similares, são distintas, pois enquanto o pastor Silas Lima Malafaia usou fatos já ultrapassados, abordados e decididos pela Assembléia Geral em Vitória-ES, o pastor Antonio Silva Santana não teve as iniciativas que lhe cabiam tomar para solucionar as dificuldades herdadas de gestões anteriores à sua, por ter assumido o cargo que traz consigo os encargos atribuídos pelo estatuto social, dentre outros, o de apresentar os relatórios financeiros e contábeis.

Considerações Finais

Para finalizar a presente NOTA, e ainda objetivando tratar a questão “dificuldades financeiras” enfrentadas pela Convenção Geral, os esclarecimentos adicionais se fazem necessários:
- A Convenção Geral, sendo uma associação de ministros do evangelho, não de igrejas, conta como únicas fontes de receitas as anuidades de seus membros, os repasses efetuados pela CPAD e, por ocasião da Assembléia Geral, as taxas de inscrições.
- É de amplo conhecimento que, na prática, grande maioria dos pastores cadastrados regulariza suas anuidades somente nos períodos que antecedem a Assembléia Geral.
- Se anexarmos um extrato/planilha referente ao pagamento de anuidades, facilmente será constatado que o último aporte substancial foi no período que antecedeu a AGO em Vitória/ES, mês de abril/2009.
- Trata-se de um hábito pagar as anuidades somente às vésperas das Assembléias Gerais.
- Todavia, a Convenção Geral, para dar o devido atendimento diário em sua sede nacional, no Rio de Janeiro-RJ, mantém um prédio de quatro (4) andares em funcionamento, com quadro de funcionários, Secretária Geral, Tesouraria, todos devidamente registrados e assalariados.
- Toda a infra-estrutura e custeio para a realização da Assembléia Geral são integralmente pagos pela CGADB. As três últimas (RIO/2005 – SÃO PAULO/2007 – VITÓRIA/2009) e também as duas últimas Extraordinárias (FLORIANÓPOLIS/SC/2006 e PORTO ALEGRE/RS/2008) acarretaram para a CGADB despesas elevadíssimas, haja vista a logística para receber os pastores de todo o Brasil. O número de participantes, cada vez maior, sendo cerca de 4.000 no Rio, 10.000 em São Paulo, 17.000 em Vitória, além de 2.500 em Florianópolis e 4.500 em Porto Alegre.
- Todos nós sabemos o quanto custa promover e reunir, por prazo de uma semana, contingente de tal magnitude. Façam seus cálculos.
- Analisem ainda, juntamente conosco, o seguinte: Para dar cumprimento aos seus objetivos sociais, a Convenção Geral, por intermédio da Mesa Diretora, realiza simpósios, seminários, reuniões, assembléia geral nas diversas regiões do País, ocasião em que os ocupantes de cargos em Conselhos/Comissões são convocados. Todos exercem suas atribuições estatutárias sem qualquer remuneração, contando apenas com o reembolso de despesas relativas à hospedagem, alimentação e passagens aéreas.
- É cada vez maior o número de reuniões dos órgãos diretivos da CGADB. Os membros residem nas mais longínquas cidades. Contabilizem.
- Não é estranho, no âmbito da CGADB, a existência de parceiras de viagens e hospedagens em reuniões maiores, sendo natural que tais empresas, na condição de prestadoras de serviços, façam jus aos acréscimos legais em situação de demora no pagamento por serviços efetivamente prestados.
- Enquanto outras associações de grande porte, sem identificarmos a sigla, exigem de seus associados pagamentos mensais de R$ 95,00 (mensalidade: R$ 50,00 + Publicações/Boletins: R$ 45,00), nós, pastores, esperamos a cada dois anos para desembolsarmos R$ 120,00. Lamentavelmente, inúmeros pagamentos de anuidades e inscrições para Assembléias Gerais, efetuados em cheques, não foram honrados.
- Ora, senhores pastores, uma entidade que aufere receitas mais significativas somente por ocasião da Assembléia Geral, não dispondo de outros meios para alavancar recursos; uma entidade que direciona os valores das inscrições em Assembléias para custeio do evento; uma entidade que pacientemente aguarda os períodos pré-convencionais para “cobrar” seus associados; uma entidade que vê a cada ano crescer o número de participantes em Assembléia Geral, acarretando custos elevadíssimos, não é de se admirar, de causar espanto, surpresa, que tal entidade esteja padecendo dificuldades financeiras.
- Com os argumentos fáticos ora expostos, o que pretendemos é afastar as qualificações de “DESMANDOS, DESCALABRO, CONIVÊNCIA”, referidas em uma das notificações supracitadas. Segundo o Dicionário Aurélio, da Língua Portuguesa, “DESMANDO: é ato ou efeito de desmandar. Desobediência. Excesso. Abuso. DESCALABRO: Grande dano ou perda. Ruína. DESMANDAR: Mandar o contrário de (o que se tinha mandado). Transgredir ordens”.
- Pedimos aos pastores do Brasil que analisem a vida pessoal e o ministério de cada um de nós, diretores da Convenção Geral; que reflitam sobre os vários anos de pastorado; que avaliem e pesem os vários anos a serviço da Convenção Geral, sem qualquer apego material ou financeiro, sem qualquer remuneração, pois entendemos que o trabalho feito junto à nossa instituição também faz parte da chamada e da vocação ministerial; e nos respondam se por nossos feitos merecemos ser “rotulados” com os adjetivos de desobedientes, transgressores de ordens, abusadores, causadores de dano, destruidores. Acreditamos que não.
Finalmente, a Mesa Diretora lamenta profundamente os afastamentos dos ilustres e honrados companheiros renunciantes, nada podendo fazer em respeito aos mesmos, senão acatar as decisões pessoais de ambos e adotar as providências estatutárias para as substituições, mediante a convocação de Assembléia Geral Extraordinária para deliberar quanto às mesmas, e encaminhar ao Conselho Fiscal os balanços já elaborados para apreciação e parecer do Conselho Fiscal, e encaminhamento ao conhecimento de todos os membros da nossa CGADB.
Na certeza de terem sido os esclarecimentos necessários, permanecemos orando a Deus para que as Suas bênçãos continuem sendo derramadas nas vidas e ministérios dos ilustres servos de Deus renunciantes, ao tempo que manifestamos sincera gratidão pelo empenho de ambos para o progresso de nossa instituição.
Natal, RN, 5 de junho de 2010
Pr. Jose Wellington Bezerra da Costa
Presidente.
Por:Daniel Filho de J esus
Parada Gay deu trabalho a polícia ao contrário da Marcha para Jesus

Ao menos dez pessoas foram presas domingo, 6, durante a 14ª Parada Gay, em São Paulo. A Parada terminou oficialmente por volta das 18h15.

Segundo o coronel Renato Cerqueira Campos, comandante do policiamento da região central da cidade, ao todo, 11 ocorrências foram registradas no 3º DP (Campos Elíseos), no 4º DP (Consolação), no 5º DP (Aclimação) e no 78º DP (Jardins), a maioria de furtos.
Sete pessoas foram presas em flagrante após furtos de celulares e documentos. Outras duas pessoas foram levadas ao 3º DP por suspeita de tráfico de drogas, após serem flagradas com envólucros de cocaína. Uma mulher foi presa após morder um policial e foi levada ao 4º DP.
Houve ainda uma ocorrência de desacato a um guarda municipal. Um participante do evento não quis ser revistado.
Segundo a delegada Margarette Barreto, da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), não foi registrado nenhum tipo de crime relacionado a homofobia. Ela diz que os policiais atenderam apenas casos envolvendo embriaguez no local
Pela manhã, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, disse que 600 guardas municipais, mais de mil PMs e 400 seguranças particulares foram mobilizados para o evento.
Por:Daniel Filho de J esus
Iberé poderá ter Geraldo Melo como seu vice

Presidido pelo Deputado Wober Jr, o PPS realiza sua convenção no ultimo dia do prazo, ou seja, o dia 30. O evento acontecerá na Assembléia Legislativa. Essa convenção poderá ser marcada com o lançamento do nome do Ex-Senador Geraldo Melo para vice na chapa com Iberé Ferreira de Souza. Os Geraldistas estão na torcida.
Por:Daniel Filho de J esus

Presidente Lula desembarcou por volta das 21 horas de ontem em natal
 
 O presidente Lula já está em Natal.

Ele desembarcou por volta das 21:00 horas de ontem(08)no aeroporto Augusto Severo.
Foi recepcionado pelo governador Iberê Ferreira, pela prefeita Micarla de Souza, deputado federal Henrique Alves e por outras lideranças da base aliada governista.
Do aeroporto, Lula seguiu para o Hotel Pestana onde pernoitou.
Nesta quarta-feira(9), o presidente irá cumprir agenda administrativa que tem início às 10 horas com a inauguração da UPA de Pajuçara, na zona norte.
Lula fica em Natal até o início da tarde.não foi divulgada pelo assessoria do presidente Lula até que horas o presidente permanecerá no RN.
Por:Daniel Filho de J esus
Filho de ex-prefeito é lançado a candidato a prefeito de Tibau
 Nada está decidido na campanha eleitoral no município de Tibau. A movimentação realizada domingo passado pelos correligionários do ex-prefeito Sidrônio Freire (PMDB) para comemorar o lançamento da candidatura do jovem Rafael Freire (PMDB) a prefeito, em lugar do pai, assustou os partidários dos outros dois candidatos à prefeitura na eleição suplementar de 20 de junho.

Segundo informações colhidas pelo Blog, o ato transformou-se numa festa que contagiou toda a cidade. Mais de mil pessoas saíram às ruas para comemorar a candidatura de Rafael Freire, mais conhecido por “Didi”, que substitui o pai Sidrônio Freire, que teve a candidatura impugnada pela juíza Uefla Fernanda Fernandes, da 32ª Zona Eleitoral, com sede em Areia Branca.
Impossibilitado de concorrer à prefeitura neste ano, Sidrônio lançou o nome de seu filho num evento que contou com a presença de diversas lideranças políticas. Presentes no comício os ex-prefeitos de Grossos, João Dehon, Francisco das Chagas de Oliveira, “Duquinha”, e Antônio Railton. E ainda: os prefeito de Assu, Ivan Jr.; Paus dos Ferros, Leonardo Rêgo; o deputado estadual Leonardo Nogueira, o deputado federal Felipe Maia e a Senadora Rosalba Ciarlini.
Em sua fala, Rosalba falou sobre a vida do candidato “Didi” e a oportunidade da cidade ter um político jovem no comando da prefeitura. "Conheço este menino desde novo, quando nem eu e nem o pai dele pensávamos em termos cargos políticos. Hoje vejo um jovem de apenas 22 anos, porém maduro, inteligente e capaz para governar esta cidade e fazer a transformação que Tibau necessita. Tenha a certeza que você contará com meu apoio e minhas emendas, assim como dos outros senadores do Rio Grande do Norte e deputados estaduais e federais", frisou a senadora.
Concorrem ainda à Prefeitura de Tibau, no pleito complementar de 20 de junho, a vereadora e prefeita interina Evaneide Fernandes da Costa, “Neinha” (PSB), e o vereador João Nolasco Neto (PSC). Todos realizaram movimentações políticas pelas ruas da cidade no último final de semana.
Por:Daniel Filho de J esus









 

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