Não dá uma pena da procuradora Vera Lúcia Sant`Anna Gomes, aquela acusada de espancar a menina que adotaria? Ela disse que está sendo perseguida pela imprensa. Na noite de ontem (11), ela se queixou durante seu interrogatório na 32ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio.
Mais uma vez, ela negou a denúncia de violência contra a criança. Ela confirmou apenas o indiscutível: "Há apenas um fato verdadeiro na denúncia. Eu realmente xinguei a menina por estar muito nervosa. Me arrependo profundamente", disse. E completou: "O resto é culpa da imprensa". Como se os jornalistas tivessem entrado na casa para agredir a criança. Ela alega ser vítima, "por um grande mistério", de um complô dos empregados.
Uma ex-empregada doméstica da procuradora disse que a mulher batia na menina quando ela não respondia ao bom dia, quando não comia ou quando se assustava com os animais mantidos na casa. Como se já não fosse o bastante, a "cereja do bolo" era ser chamada de "prostituta igual à mãe". Outras duas empregadas também disseram ter presenciado violência física. Além delas, a psicóloga que foi averiguar o caso com a equipe do Juizado disse que encontrou a menina na casa sentada, comendo comida fria, com o rosto desfigurado e os olhos tão inchados que sequer abriam. Segundo a própria menina, quem teria feito isso a ela foi a "mamãe Vera". Resta alguma dúvida?
Mais uma vez, ela negou a denúncia de violência contra a criança. Ela confirmou apenas o indiscutível: "Há apenas um fato verdadeiro na denúncia. Eu realmente xinguei a menina por estar muito nervosa. Me arrependo profundamente", disse. E completou: "O resto é culpa da imprensa". Como se os jornalistas tivessem entrado na casa para agredir a criança. Ela alega ser vítima, "por um grande mistério", de um complô dos empregados.
Uma ex-empregada doméstica da procuradora disse que a mulher batia na menina quando ela não respondia ao bom dia, quando não comia ou quando se assustava com os animais mantidos na casa. Como se já não fosse o bastante, a "cereja do bolo" era ser chamada de "prostituta igual à mãe". Outras duas empregadas também disseram ter presenciado violência física. Além delas, a psicóloga que foi averiguar o caso com a equipe do Juizado disse que encontrou a menina na casa sentada, comendo comida fria, com o rosto desfigurado e os olhos tão inchados que sequer abriam. Segundo a própria menina, quem teria feito isso a ela foi a "mamãe Vera". Resta alguma dúvida?
Por: Pb. Gidel de Morais
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