O fundamentalismo religioso ataca novamente. Uma professora de uma escola cristã da Flórida, EUA, foi demitida por ter admitido ter engravidado três semanas antes do casamento. Jarretta Hamilton tinha pedido licença maternidade para os diretores da Southland Christian School, de St. Cloud. Ela está processando a instituição.
“Pedimos a Jarretta que não retornasse (ao trabalho) por causa de uma questão moral, a fornicação, ou sexo fora do casamento. Esperamos que ela desista do processo, e que considere o testemunho do Senhor”, dizia uma declaração da escola, segundo a "WKMG-TV" de Orlando.
O processo alega violação de leis federais contra discriminação de gravidez e de estado civil, além de levantar questões relativas à invasão de privacidade. Há também suspeita de que a decisão da escola tenha sido influenciada pelo fato de Jarretta ser negra e seu marido branco, o que constituiria discriminação baseada em etnicidade. Um comentário na internet sobre o caso, de um homem que se diz um “cristão esclarecido”, chamou atenção: “Ninguém tem o direito de discriminar em nome de Deus. Atire a primeira pedra quem nunca tiver pecado”.
“Pedimos a Jarretta que não retornasse (ao trabalho) por causa de uma questão moral, a fornicação, ou sexo fora do casamento. Esperamos que ela desista do processo, e que considere o testemunho do Senhor”, dizia uma declaração da escola, segundo a "WKMG-TV" de Orlando.
O processo alega violação de leis federais contra discriminação de gravidez e de estado civil, além de levantar questões relativas à invasão de privacidade. Há também suspeita de que a decisão da escola tenha sido influenciada pelo fato de Jarretta ser negra e seu marido branco, o que constituiria discriminação baseada em etnicidade. Um comentário na internet sobre o caso, de um homem que se diz um “cristão esclarecido”, chamou atenção: “Ninguém tem o direito de discriminar em nome de Deus. Atire a primeira pedra quem nunca tiver pecado”.
Por: Pb. Gidel de Morais
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