Que político defenderia o "desaparecimento" como evolução de seu próprio país? Pois Bart de Wever, líder do partido de direita Nova Aliança Flamenga, venceu as eleições parlamentares em Flandres, uma região da Bélgica, e defendeu a separação do país.
Atualmente, a divisão é simbólica: entre Flandres (de influência holandesa), Valônia (de influência francesa) e Bruxelas (de influência alemã). Na segunda região, quem venceu foi o socialista Elio di Rupo, que deve ser escolhido o novo premiê. Em Bruxelas ainda não há resultado.
Apesar dos socialistas franceses não serem favoráveis à separação, a ascenção da Nova Aliança Flamenga deve fazer pressão para tal: "Uma grande parte da população flamenga deseja que nosso país evolua no plano institucional. O PS sempre esteve pronto a uma reforma do Estado", reconheceu Di Rupo.
Atualmente, a divisão é simbólica: entre Flandres (de influência holandesa), Valônia (de influência francesa) e Bruxelas (de influência alemã). Na segunda região, quem venceu foi o socialista Elio di Rupo, que deve ser escolhido o novo premiê. Em Bruxelas ainda não há resultado.
Apesar dos socialistas franceses não serem favoráveis à separação, a ascenção da Nova Aliança Flamenga deve fazer pressão para tal: "Uma grande parte da população flamenga deseja que nosso país evolua no plano institucional. O PS sempre esteve pronto a uma reforma do Estado", reconheceu Di Rupo.
Por: Pb. Gidel de Morais

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