Foram necessários 30 dias de férias para o Secretário Nacional de Justiça, Tuma Jr., se defender das acusações de tráfico de influência e das que o relacionavam à máfia chinesa de São Paulo. Agora, depois de ter descansado a beleza, Tuma voltou, firme, forte e "moreninho", ao emprego que Lula conseguiu pra ele no Ministério da Justiça. Nada mais irônico: "justiça".
O que ele não esperava era uma recepção tão calorosa: o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, decidiu por sua exonaração. "Estando fora do cargo que atualmente ocupa, Tuma Jr. poderá melhor promover sua defesa", alegou.
Gravações telefônicas e e-mails interceptados pela polícia federal mostravam envolvimento de Tuma Jr. com o suposto chefe da máfia, Li Kwok Kwen, preso por formação de quadrilha e contrabando. Tuma alega que eles são amigos, mas diz nunca ter acobertado irregularidades do chinês -- Paulo Li, para os íntimos. No entanto, as gravações mostraram Tuma tentando utilizar seu cargo para favores como liberar mercadorias apreendidas e conseguir a aprovação de um genro de li em um concurso público.
O que ele não esperava era uma recepção tão calorosa: o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, decidiu por sua exonaração. "Estando fora do cargo que atualmente ocupa, Tuma Jr. poderá melhor promover sua defesa", alegou.
Gravações telefônicas e e-mails interceptados pela polícia federal mostravam envolvimento de Tuma Jr. com o suposto chefe da máfia, Li Kwok Kwen, preso por formação de quadrilha e contrabando. Tuma alega que eles são amigos, mas diz nunca ter acobertado irregularidades do chinês -- Paulo Li, para os íntimos. No entanto, as gravações mostraram Tuma tentando utilizar seu cargo para favores como liberar mercadorias apreendidas e conseguir a aprovação de um genro de li em um concurso público.
Por: Pb. Gidel de Morais

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