Em sabatina, Plínio defende Chávez, MST e "indústria cultural da maconha"

AE/Epitácio Pessoa
Ele talvez seja o mais “bicho-grilo” dos candidatos à Presidência da República. Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) defendeu, em sabatina realizada nesta terça-feira (27) pelo portal R7, a legalização da “indústria da maconha” (em sua opinião, assim como o Santo Daime, uma droga “cultural”), disse que a mídia pinta os integrantes do MST como bandidos e demonstrou apoio ao presidente venezuelano, Hugo Chávez.
Ao ser questionado sobre a atitude de Chávez ao “abocanhar” os meios de comunicação da oposição, o candidato concordou com a atitude e defendeu o controle social da mídia (o que para ele não é censura). Como exemplo desse controle, ele citou o MST, cuja cobertura considera negativa: “Criam a imagem de que é um grupo de bandidos”.

O ex-petista também acha que é possível aumentar o salário mínimo para R$ 2 mil, diminuindo a carga horária semanal de 44 horas. Contrariado em optar entre José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), ele disse preferir o tucano à “moça”, que alegou não conhecer bem.
Por: Pb. Gidel de Morais

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