Um escândalo está abalando a sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, mais conhecido por sua forma geométrica, o Pentágono: uma investigação descobriu que dezenas de funcionários e prestadores de serviços já acessaram pornografia infantil na internet usando computadores da agência.
O que mais preocupa os diretores do Pentágono é o número de colaboradores com acesso a documentos e procedimentos de segurança nacional que podem ser chantageados por terroristas, espiões e outros por causa de seus hábitos na internet. Um dos funcionários flagrados tinha acesso livre na Agência de Segurança Nacional, que monitora atividades terroristas antiamericanas. Segundo o jornal Boston Globe, ele teria fugido para a Líbia para não sofrer penalidades.
Outro oficial de alto escalão teve seu computador confiscado. Em seu HD, havia pelo menos 8 mil fotos e 200 filmes de pornografia infantil. Ele foi sentenciado a cinco anos de prisão. A “Operação Flicker”, uma sindicância interna do Pentágono, identificou 5 mil pessoas que pagaram por pornografia usando computadores do governo. Entre eles, um diretor com acesso a informações sobre armas secretas. A investigação ainda está em andamento.
O que mais preocupa os diretores do Pentágono é o número de colaboradores com acesso a documentos e procedimentos de segurança nacional que podem ser chantageados por terroristas, espiões e outros por causa de seus hábitos na internet. Um dos funcionários flagrados tinha acesso livre na Agência de Segurança Nacional, que monitora atividades terroristas antiamericanas. Segundo o jornal Boston Globe, ele teria fugido para a Líbia para não sofrer penalidades.
Outro oficial de alto escalão teve seu computador confiscado. Em seu HD, havia pelo menos 8 mil fotos e 200 filmes de pornografia infantil. Ele foi sentenciado a cinco anos de prisão. A “Operação Flicker”, uma sindicância interna do Pentágono, identificou 5 mil pessoas que pagaram por pornografia usando computadores do governo. Entre eles, um diretor com acesso a informações sobre armas secretas. A investigação ainda está em andamento.
Por: Pb. Gidel de Morais
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