Juíza evangélica da Argentina fará o primeiro casamento gays que já tem data 17 de agosto

Um dos primeiros casamentos entre pessoas do mesmo sexo na Argentina será celebrado pela juíza de paz Marta Corvella, que há alguns dias gerou polêmica por assegurar que não oficializaria matrimônios gays porque Deus não aprova.
O casamento gay na Argentina foi sancionado na noite desta quarta-feira pela presidente Cristina Kirchner, que tornou o país o primeiro na América Latina a oficializar a união entre pessoas do mesmo sexo.
Nesta semana, a diretora-geral do Registro de Pessoas de La Pampa, Irene Giusti, afirmou que a juíza Corvella, evangélica, havia recuado de sua decisão e já atendia casais do mesmo sexo interessados em concretizar a união.
A cerimônia será celebrada por Corvella em 17 de agosto próximo, entre Alberto Peralta, 61, e Oscar Omar García López, 57, dois comerciantes da cidade que estão juntos há 27 anos.
“Pareceu-nos uma mulher de grande coração, e inclusive rezamos juntos. Ela nos convidou à Igreja Evangélica, porque é muito crente”, afirmou García López a uma rádio local.
Ele explicou ainda que o casal pretende formalizar a relação para “celebrar nosso amor e por uma questão de herança”.
No último dia 14, o Senado argentino aprovou a lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo, após um debate que durou 14 horas e dividiu opiniões.
Por:Daniel Filho de Jesus
Será que ter fé não ajuda a manter casamentos.Estudos apontam que não

O que Deus uniu o homem separa. Um cruzamento entre dados de estado conjugal e religião realizado pelo Núcleo de Estudos de População (Nepo) da Unicamp a pedido da Folha mostra que a fé não segura casamentos.
A proporção das mulheres separadas, desquitadas ou divorciadas de cada igreja é muito similar à distribuição das crenças pela população.
A base utilizada foi a Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher, de 2006, do Ministério da Saúde e abarca mulheres em idade reprodutiva (entre 15 e 49 anos).Se é relativamente fácil constatar que a fé não mantém casais unidos, bem mais difícil é descobrir o que o faz.
Segundo a pesquisadora Joice Melo Vieira, que cruzou os dados, estudos no Brasil e no exterior mostram que a preocupação é estar em relações satisfatórias. Como a separação já não é tão estigmatizada, o fim da união é sempre uma possibilidade quando as coisas vão mal.
No final, relata Vieira, o que faz casais à beira da separação pensarem duas vezes são a situação dos filhos e a questão financeira. Como hoje mais mulheres trabalham, a dependência econômica não segura mais o casamento. Já os filhos o fazem apenas por tempo limitado.
Estudos europeus apontam que durante a gravidez e o primeiro ano de vida da criança é mais baixa a chance de os pais se separarem. Mas, à medida que os filhos crescem, esse deixa de ser um fator importante, e a probabilidade de separação volta a ser igual à de casais que nunca tiveram filhos.

RELAÇÃO IGUALITÁRIA
Embora não haja uma receita para o sucesso da união, existem fatores preponderantes. O mais eficiente é a distribuição das tarefas familiares e domésticas entre o homem e a mulher. Quanto mais igualitária for, menores são os riscos de ruptura.
A maioria dos religiosos ouvidos pela Folha não se surpreendeu com os dados.
Para o padre Eduardo Henriques, a religião “entra em diálogo com outros elementos da cultura e há níveis diferentes de adesão à fé”. Há desde o sujeito que se casa na igreja só para contentar a família até os que realmente creem no sacramento.
O pastor batista Adriano Trajano é mais veemente: “Religião não segura nada. O casamento deve estar seguro por amor, confiança, caráter e dedicação. Nenhuma dessas virtudes é conferida pela religião. O indivíduo precisa ser educado nelas”.
Marcos Noleto, teólogo adventista, diz que o abismo entre teoria e prática vai além do casamento: “Em números redondos: só 20% são dizimistas; 30% frequentam os cultos do meio de semana”.

Uma exceção parcial é o pastor luterano Waldemar Garcia Jr.: “As estatísticas podem até afirmar algo diferente, mas vejo que a religião auxilia na manutenção saudável das relações. Temos um trabalho de aconselhamento, com função preventiva”.
Por:Daniel Filho de Jesus
Você sabia que casamento faz bem para a saúde

O casamento faz bem para a saúde do casal e dos filhos, segundo um levantamento sobre famílias feito pelo Departamento Nacional de Estatísticas do governo britânico.
O levantamento concluiu que homens solteiros de até 35 anos têm risco de morte 50 % maior do que um homem casado, da mesma idade. No caso das mulheres, as casadas têm menos probabilidade de desenvolver doenças crônicas do que as solteiras.
Os dados mostram ainda que as crianças de pais casados que continuam a viver juntos, permanecem na escola, ou faculdade, por mais tempo – 78% das meninas e 69% dos meninos, em famílias de pais casados, permanecem como estudantes em tempo integral aos 17 anos.
Neste quesito, os filhos de mães solteira vêm em segundo lugar, com 59% dos garotos e 69% das meninas continuando a estudar em tempo integral aos 17 anos.
O estudo, que analisa o período entre 1996 e 2006, mostra que o número de casais que coabitam mas não são casados aumentou em 65% no país, alcançando 2,3 milhões. O número de casais casados caiu 4% no mesmo período, para 12,1 milhões.
O levantamento ainda mostra que, para a saúde das crianças, a estabilidade é a melhor receita. Crianças que vivem com os pais naturais – casados ou não – têm muito menos chances de desenvolver doenças a longo prazo do que filhos de mães e pais solteiros.
O número de casais coabitando é muito mais alto entre os jovens. E, entre 2001 e 2003, 21% das mulheres entre 25 e 29 anos afirmaram já ter coabitado antes dos 25 anos de idade. Esta proporção cai para 1% entre as mais velhas.
Dados da Inglaterra e do País de Gales sugerem que se a tendência continuar, o número de pessoas com menos de 40 anos coabitando vai ultrapassar o número de casados, na mesma faixa etária, até 2014.
Por:Daniel Filho de Jesus
Católicos no Brasil caiu de 95%para 73,6% e evangélicos cresceram de 2,6% para 15,4%Em 60 anos

Levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que, em 60 anos, a população brasileira quadruplicou.
Com os cruzamentos dos dados dos Censos feitos em 1940 e em 2000, o IBGE concluiu ainda que o país ficou mais urbano e mais mestiço. Houve aumento do número de evangélicos em todas as regiões.
De acordo com o instituto, o Brasil tinha 41,2 milhões de habitantes em 1940 e 169,8 milhões em 2000. Em 1940, o município do Rio de Janeiro era o de maior população, seguido por São Paulo, Recife, Salvador e Porto Alegre. Sessenta anos depois, São Paulo passou a liderar o ranking da cidade com mais habitantes (6,1% do total do país).
A região com maior crescimento populacional foi a Centro-Oeste. Em 60 anos, a densidade demográfica saltou de 0,7 habitante por km² para 7,2 habitantes por km². O último levantamento mostra as diferenças regionais: enquanto no Norte do Brasil a densidade demográfica é de 3,4 habitantes por km², no Sudeste esse número é de 78,3 habitantes por km².
Miscigenação
De acordo com o levantamento, aumentou a miscigenação. Em 1940, 63,4% da população se auto-declarava branca. Esse número caiu para 53,7% em 2000. O número dos brasileiros que se declararam pretos também caiu, de 14,6% para 6,2%. Em contrapartida, o número de pardos pulou de 21,2% para 38,5% em 60 anos.
Levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado nesta quinta-feira (25) mostra que, em 60 anos, a população brasileira quadruplicou.
Com os cruzamentos dos dados dos Censos feitos em 1940 e em 2000, o IBGE concluiu ainda que o país ficou mais urbano e mais mestiço. Houve aumento do número de evangélicos em todas as regiões.
De acordo com o instituto, o Brasil tinha 41,2 milhões de habitantes em 1940 e 169,8 milhões em 2000. Em 1940, o município do Rio de Janeiro era o de maior população, seguido por São Paulo, Recife, Salvador e Porto Alegre. Sessenta anos depois, São Paulo passou a liderar o ranking da cidade com mais habitantes (6,1% do total do país).
A região com maior crescimento populacional foi a Centro-Oeste. Em 60 anos, a densidade demográfica saltou de 0,7 habitante por km² para 7,2 habitantes por km². O último levantamento mostra as diferenças regionais: enquanto no Norte do Brasil a densidade demográfica é de 3,4 habitantes por km², no Sudeste esse número é de 78,3 habitantes por km².
Imigração
Em 1940, 96,6% dos pesquisados eram brasileiros natos e, em 2000, 99,6%. Em 2000, os japoneses estavam presentes em 9% dos 5.507 municípios brasileiros, com maior concentração nos estados de São Paulo e Paraná. Os portugueses estavam em 6,1% das cidades, principalmente no Rio e em São Paulo, enquanto os italianos podiam ser encontrados em 5,1% dos municípios.
Religião
Dados: IBGE, Censo demográfico 1940/2000A comparação dos Censos de 1940 e 2000 mostrou uma expressiva redução de católicos no Brasil: de 95% para 73,6%. Nesses 60 anos, os evangélicos cresceram de 2,6% para 15,4%.

O maior crescimento de evangélicos foi registrado em Rondônia, onde 27,2% da população é seguidora da religião. No estado, o número de católicos caiu 39,8% no período. O estado com maior percentual de católicos, nos dois levantamentos, foi o Piauí (99,6% em 1940 e 89,8% em 2000).
Estado civil
Na década de 40, 51,6% dos brasileiros com 10 anos ou mais eram solteiros, número que caiu para 38,5% em 2000. Já os casados cresceram de 42,2% para 49,5% da população, nessa faixa de idade. Os desquitados e divorciados pularam de 0,2% para 4,1% em 60 anos, de acordo com o IBGE. O percentual de viúvos caiu de 5,9% para 4,1% entre 1940 e 2000.
Tanto em 1940 quanto em 2000, os homens eram a maioria dos solteiros (62,6%). A maior proporção de casados, em 1940, estava no Sudeste (44,6%) da população. No levantamento mais recente, o Sul passou a ser a região com mais casados, o equivalente a 54,6%.
Alfabetização
A comparação dos números mostra que a taxa de analfabetismo de pessoas de 10 anos ou mais caiu, passando de 56,8% para 12,1%. As diferenças regionais persistiram: em 2000, 5,3% dos catarinenses eram analfabetos, índice que chegava a 30,1% em Alagoas. Em 1940, eram 34,1% de analfabetos no Rio de Janeiro. A taxa de alfabetização em todo o país cresceu de 43,2% em 1940 para 87,9% em 2000.
Por:Daniel Filho de Jesus
China é dos países onde se pública o maior numero de Bíblias do mundo 50 milhões de exemplares


Bíblia na China atingiu uma tiragem de 50 milhões de exemplares,segundo a imprensa estatal chinesa, referindo a promessa do governo chinês de manter o apoio à produção e publicação do livro no país.
A Fundação da Amizade, a única autorizada a publicar a Bíblia na China, tem 74 gabinetes de vendas espalhados pelo país para garantir a sua distribuição, com uma impressão ao ritmo de três milhões de cópias por ano, refere o jornal oficial chinês China Daily.
«A China é um dos países onde se publica maior número de bíblias no mundo», disse ao China Daily Ye Xiaowen, o responsável da Administração Estatal para os Assuntos Religiosos, que controla as hierarquias das cinco igrejas oficiais, as únicas permitidas pelo governo chinês – budismo, taoísmo, islã, catolicismo e protestantismo.
O país respeita e protege a liberdade religiosa», acrescentou Ye, numa cerimônia que marcou a publicação dos 50 milhões de Bíblias, 43 milhões das quais se destinaram ao mercado chinês, além de cópias em Braille e em oito línguas de minorias étnicas do país.
Os restantes sete milhões de cópias foram exportados para mais de 60 países e regiões, sobretudo através de uma parceria com a United Bible Societies (UBS) criada em 1988.
Com base em estatísticas oficiais, em 1997 existiam 16 milhões de cristãos que seguem a igreja oficial, um número em constante crescimento e que não inclui os fiéis das igrejas cristãs na clandestinidade, que são perseguidos e presos pelo estado por celebrarem cultos em casas particulares e por se recusarem a aceitar a liderança religiosa de Pequim.
A China tem também 18 escolas de teologia com cerca de 1800 estudantes.
Durante a cerimônia, Ye assegurou que os grupos religiosos chineses vão fornecer ajuda e serviço comunitário, incluindo a doação da Bíblia a atletas e turistas estrangeiros durante os Jogos Olímpicos de Pequim.
«A editora Amizade tem capacidade para dar assistência na impressão das cópias da Bíblia para os Jogos Olímpicos de Pequim em 2008», afirmou Zhang Liwei, secretário-geral da Fundação da Amizade.
Em Novembro, a organização dos Jogos Olímpicos foi obrigada a desmentir que as bíblias e outros objetos religiosos para uso pessoal não seriam bem-vindos no evento.
Num comunicado publicado no site oficial, a organização recomenda que «cada viajante não traga mais que uma Bíblia para a China».
Não são apenas os chineses cristãos que lêem a bíblia. A par da mitologia grega, na China o livro é considerado uma janela para o mundo espiritual do ocidente, para a fé e códigos de conduta da sociedade ocidental, segundo o China Daily.
A primeira tradução da Bíblia para chinês data do século XVII, quando o budismo era a principal religião na China.
Por:Daniel Filho de Jesus

0 Comentários

Postagem Anterior Próxima Postagem