Se o casamento vai mal, não há religião melhor ou pior para tentar salvá-lo. Pelo menos é o que aponta uma pesquisa realizada pelo Núcleo de Estudos da População (NEPU) da Universidade de Campinas (Unicamp). Foram cruzados dados entre as diferentes fés e estado conjugal, e se chegou à conclusão que a distribuição de mulheres desquitadas, divorciadas e separadas é semelhante em todos os credos.
Ainda de acordo com o estudo, o fim do casamento não é mais tão estigmatizado, o que facilita a decisão de separar as escovas de dente. Tanto no Brasil quanto em outros países, o mais importante é que a relação seja satisfatória, apesar de filhos e dinheiro ainda pesarem na hora de bater o martelo.
Ainda de acordo com o estudo, o fim do casamento não é mais tão estigmatizado, o que facilita a decisão de separar as escovas de dente. Tanto no Brasil quanto em outros países, o mais importante é que a relação seja satisfatória, apesar de filhos e dinheiro ainda pesarem na hora de bater o martelo.
Por: Pb. Gidel de Morais
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