Os candidatos enquadrados pela Lei da Ficha Limpa enfrentam mais um problema: a falta de doações de pessoas físicas e jurídicas para suas campanhas.
Em levantamento feito pela reportagem do jornal “A Folha de S. Paulo” da prestação de contas de 152 candidatos barrados pela Justiça Eleitoral, dos 50 fichas-sujas que declararam receita, 56% têm o próprio bolso como fonte de recursos ou mesmo doações feitas ao comitê.
Apenas 10 receberam doações diretas de pessoas jurídicas e só o candidato ao Senado Cássio Lima (PSDB-PB) teve financiamento do partido.
Entre os que financiaram a própria campanha, o que mais gastou foi o candidato a deputado federal Manoel Salviano Sobrinho (PSDB-CE), que torrou R$ 125 mil. Já entre os 4 candidatos que tiveram financiamento exclusivamente a partir de doações destinadas ao comitê, Ronaldo Lessa (PDT), candidato ao governo de Alagoas, se destacou: R$ 1 milhão.
Por: Pb. Gidel de Morais

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