A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, disse nesta quinta-feira que a reforma trabalhista não é uma prioridade caso eleita e reafirmou que a redução da jornada de trabalho para 40 horas precisa ser negociada caso a caso.
"Quarenta horas não é uma questão do governo, pode ser que caiba em grandes empresas mas tem um custo insuportável para pequenas, médias e microempresas", disse Dilma a empresários em discurso na Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc). "Tenho dito aos sindicatos que é para negociar."
"A reforma trabalhista não é prioridade... primeiro é a reforma tributária", acrescentando que na sequência vem a reforma política.
Após o discurso, conversando com jornalistas, descartou a possibilidade de corte de direitos trabalhistas. "Não me peçam para reduzir o direito dos trabalhadores, não vou", disse.
A ministra aproveitou a entrevista para chamar mais uma vez seu principal adversário, José Serra (PSDB), para o campo da comparação de governos, os oito anos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra os oito anos do tucano Fernando Henrique Cardoso.
Serra tem insistido que não faz campanha olhando no espelho retrovisor.
"Meu adversário tem medo de comparação, sabe que não pode comparar o governo do partido dele com o meu; eu tenho orgulho do meu governo, sou continuidade", provou Dilma.
Por: Pb. Gidel de Morais

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