Programa de Serra na TV terá futebol e hit nordestino
Principal cartada dos tucanos para reverter as pesquisas de intenção de voto, o programa na TV do candidato do PSDB à Presidência, José Serra, aposta na linguagem popular como carro-chefe e tem foco nos jovens: o filmete é aberto ao som de um genérico da música "Bate Coração" e encerrado com pelada jogada com crianças. Seguindo essa linha de popularização da imagem do tucano, o programa previa a abertura com uma música similar ao hit conhecido na voz da cantora paraibana Elba Ramalho, que apareceu nos programas de Serra em 2002. Quem cantará será outra artista.
Serra aparecerá ainda numa "favela", montada num estúdio. Foi contratado um grupo de pagode, Novos Malandros, que cantará o jingle de Serra ao lado do candidato numa laje da "favela" montada no estúdio alugado pela campanha, na zona oeste paulistana. Depois da cantoria de "Bate Coração", Serra se apresentará ao País. Falará sobre sua biografia e seus principais feitos, entre eles a gestão à frente do Ministério da Saúde, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.
A seguir, serão apresentados quatro personagens. Serão quatro brasileiros, beneficiados por programas específicos de Serra, formulados durante sua gestão na Saúde e na atuação como parlamentar. Os quatro foram entrevistados pela equipe de comunicação do candidato em diferentes regiões do País - a maior parte delas, regiões carentes, na Bahia, na Paraíba e no Maranhão.
Depois do "pagode na laje", onde há um cenário montado como se houvesse um churrasquinho no local, vem a parte final. A previsão ontem à noite era que o candidato do PSDB encerrasse sua primeira participação na televisão jogando futebol com um grupo de crianças. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Jingle de Serra apresenta o político como "Zé" e cita Lula
Que o jingle da presidenciável Dilma Rousseff (PT) cite o presidente Lula já era de esperar, mas a estratégia do candidato José Serra (PSDB) também usa a popularidade do petista. O refrão que começou a ser veiculado nesta terça-feira (17) no horário eleitoral gratuito diz: "Quando o Lula da Silva sair/É o Zé que eu quero lá/ Com Zé Serra eu sei que anda/É o Zé que eu quero lá".
A música também cita os cargos públicos que o tucano já ocupou (ministro, deputado, senador, prefeito e governador). Já no jingle de Dilma é reforçado o apoio de Lula à sua candidatura e a continuidade do governo. Enquanto isso, Marina Silva (PV) enfatiza o meio ambiente e o nacionalismo, sem mencionar o petista.
Mas, segundo informações do portal Folha.com, o comitê de Serra tem prontos um jingle de rádio e um comercial de TV em que o mensalão será “ressuscitado” em ritmo de forró, atrelando Dilma à volta do ex-ministro José Dirceu ao poder.
Marina deve tratar de meio ambiente em estreia na TV
A terceira colocada nas pesquisas, a candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, deve dar início à campanha eleitoral na TV tratando do tema que lhe é mais caro: a bandeira da preservação ambiental. Ela falará sobre os riscos do crescimento desordenado. Ontem, ela disse esperar que a propaganda eleitoral que se inicia hoje surpreenda os eleitores.
Dona de apenas 1 minuto e 23 segundos de propaganda, a candidata aposta na apresentação de uma mensagem curta e eficiente. "Vamos dar uma mensagem em pequenas porções, mas são porções de grande qualidade, como a castanha-do-pará: basta comer uma e você está suprido de proteínas", afirmou, durante visita à Bienal do Livro, em São Paulo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Dilma estreia no horário eleitoral gratuito ligando sua imagem a de uma
"mãe dos pobres"
Dilma Rousseff, candidata do PT à presidência hoje vai estrear o horário eleitoral gratuito dizendo representar o governo Lula. O próprio presidente vai mostrar Dilma, ex-chefe da Casa Civil, como única capaz de dar continuidade à sua gestão.
De acordo com o Jornal “O Estado de S. Paulo”, Lula deve ligar Dilma à imagem de uma “mãe” que cuida dos pobres, visando especialmente o eleitorado feminino.
O programa de Dilma na TV será uma mescla de reportagens sobre a melhoria nas condições da vida das pessoas nos últimos oito anos e deve ter forte tom emocional.
Por: Pb. Gidel de Morais

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