O Ministério Público Federal quer que a Fundação Renascer e seu ex-representante legal, o bispo e deputado pelo DEM José Antônio Bruno, sejam condenados pelo suposto desvio de R$ 1.923.173 milhões de dois convênios com o Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação (FNDE).
Segundo o MPF, os dois convênios eram voltados à alfabetização de jovens e adultos e à capacitação de alfabetizadores, mas os gastos não foram comprovados por meio de nota fiscal. Eles haviam se comprometido a beneficiar 23 mil pessoas, mas não é possível saber quantas pessoas foram realmente alfabetizadas porque nenhum CPF ou outro documento que as identifiquem ficou registrado.
Os réus alegam que cumpriram integralmente os convênios, porém eles não teriam apresentado explicação para alguns questionamentos feitos durante a investigação, como a ausência de documentos e de notas e números suspeitos, como a frequência de 100% em todas as turmas.
Por: Pb. Gidel de Morais

.gif)
.png)
.jpeg)
.png)
.jpg)
%20(1).gif)
%20(1).gif)
DEIXE SEU COMENTÁRIO AQUI (0)