O diretor-geral da Polícia Civil do Distrito Federal, Pedro Cardoso, declarou que Adriana Villela, filha do ministro do TSE Guilherme Villela e da advogada Maria Carvalho Villela, está entre os principais suspeitos do crime.
O casal foi morto, junto com a empregada Francisca da Silva, em agosto de 2009. Os corpos foram encontrados três dias depois do assassinato e a polícia constatou que o criminoso efetuou mais de 70 golpes a faca.
As investigações tiveram reviravoltas desde então. A conclusão de que uma prova havia sido “plantada” resultou no afastamento da delegada Martha Vargas. Adriana Villela, filha do ministro, foi presa na terça-feira com mais quatro pessoas, acusada de tentar desviar o curso das investigações.
De acordo com a polícia, há provas testemunhais que indicam que Adriana tinha conflitos com os pais por causa de dinheiro. O advogado de Adriana Villela entrou com pedido de habeas corpus e aguarda decisão da justiça.
Por: Pb. Gidel de Morais

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