| Imagem Junior Santos |
Segundo Lúcia de Fátima falou ao jornal Tribuna do Norte, a burocracia e a falta de planejamento das secretarias municipais e estadual de Saúde são problemas ainda mais graves que a falta de recursos para o combate à dengue no Rio Grande do Norte. A opinião é da técnica do Programa Estadual de Controle da Dengue (PECD), Lúcia de Fátima Araújo, diante da informação de que a União irá enviar para o RN o mesmo valor repassado em 2010: R$ 8 milhões.
A quantia ainda pode chegar, de acordo com o secretário Estadual de Saúde, Domício Arruda, a um total de R$ 15 milhões durante 2011, porém isso dependerá da evolução da doença no estado, apontado como de “risco muito alto” de epidemia. Lúcia de Fátima ressalta, contudo, que o valor não diz respeito somente ao combate à dengue e inclui também o financiamento de ações nas áreas de vigilância sanitária, ambiental e epidemiológica.
Ainda assim, ela afirma que o problema maior não se limita à quantidade insuficiente de recursos. Há demora nas compras, dificuldade na manutenção de equipamentos e de estoques, burocracia na contratação e até mesmo na dispensa de agentes que se utilizam indevidamente de atestados médicos, para não trabalharem. Tudo isso gera descontinuidade, prejudicando os esforços realizados e atrapalhando o combate ao Aedes aegypti.
Ainda assim, ela afirma que o problema maior não se limita à quantidade insuficiente de recursos. Há demora nas compras, dificuldade na manutenção de equipamentos e de estoques, burocracia na contratação e até mesmo na dispensa de agentes que se utilizam indevidamente de atestados médicos, para não trabalharem. Tudo isso gera descontinuidade, prejudicando os esforços realizados e atrapalhando o combate ao Aedes aegypti.
Por: Pb. Gidel de Morais
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