Hoje Assistente Social, Sânsia Cristina, ex-diretora do Hospital Regional de Caraúbas Dr. Aguinaldo Pereira da Silva nos procurou para falar de sua indignação com a matéria feita pelo jornalista César Santos do Jornal de Fato que fala sobre o caos em que se encontrava o Hospital de Caraúbas, ela disse; “Quero deixar bem claro a Toda população de Caraúbas e região, que esta matéria foi feita com irresponsabilidade e com maldade, com um único intuito de me prejudicar e prejudicar meu espoco, que é vereador nesta cidade”.
No Programa “O Fato em Debate”, na Rádio Centenário AM nesta última terça-feira (22), ela falou em tom de indignação da matéria publicada por César Santos contra ela e sua família.
A matéria afirmava que a Subsecretária de Saúde da Região Oeste, Dorinha Bulamarqui, em que dava conta de que a mesma após uma segunda visita em menos de duas semanas, havia se “assustado com o caos em que se encontrava o Hospital de Caraúbas, pois a gestão passada havia destruído a unidade hospitalar, por incapacidade ou de forma deliberada”.
Por telefone a subsecretária Dorinha Bulamarqui disse:
“Que tinha se assustado com a matéria e de que em hipótese alguma havia dito estas palavras ao repórter do Jornal. Eu conversei com o atual diretor, Alfredo, e eu até cheguei a dizer para ele, que o hospital de Caraúbas estava bem organizado, a parte física, e que não tinha nada que chamasse a atenção. O que tinha a maior necessidade em todos em que passamos são os recursos humanos, em especial os médicos. Eu não falei em minuto algum, que a administração de Sânsia, tinha sido um caos, muito pelo contrário. São colocações que as pessoas (repórteres) fazem sem nenhum contato pessoal conosco, me assustei, mas deixo claro que em momento algum falei e comprovei este fato, disse Dorinha Bulamarqui”.
A assistente social Sânsia, disse ao programa que Durante este pouco tempo (5 meses) a frente do hospital trabalhamos e muito, para que não faltasse médico em nenhum horário. Esta matéria diz que eu destrui o hospital, mas eu pergunto, como eu destrui o hospital se quando assumimos não tínhamos ao menos uma ambulância? Locamos uma em Martins, e um mês depois conseguimos adquirir uma completamente nova. Eu queria desta forma respeito com meu nome e de minha família”.

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