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| Dra. Hélida Maria Bezerra, diretora-geral do Walfredo Gurgel |
A frente do maior hospital público do estado desde 2009, Hélida Maria Bezerra pediu para sair. Depois de um ano marcado por sérios problemas de abastecimento de insumos básicos e equipamentos, ela e sua equipe mantinham expectativa de mudança com a nova gestão do governo do estado, mas se dizem frustrados.
- O motivo principal da nossa decisão foi de fato, uma falta de apoio por parte da secretaria de saúde, das coordenações da secretaria. Apoio esse que acho que o hospital merece, que os funcionários merecem e os pacientes também. A gente não recebeu por parte da secretaria qual será a dotação orçamentária para nos podermos trabalhar, planejar, nos organizarmos - explica Hélida Maria Bezerra, ex - diretora do hospital Walfredo Gurgel
Com ela também pediram exoneração dos cargos o diretor técnico - Claudio José Guzzo. A diretora médica - Marleide Alves dos Santos. A diretora do pronto socorro Clóvis Sarinho - Maria de Fátima Pereira e também o diretor administrativo - Graciliano Antão.
Em nome da equipe a ex - diretora afirmou que além das dificuldades do dia a dia, nas últimas semanas não houve atenção por parte da secretaria estadual de saúde para as solicitações e reivindicações do hospital no sentido de abastecer os diversos setores o que compromete a qualidade do serviço prestado e piorando a superlotação existente. Apesar de tudo, ela sai com a sensação do dever cumprido.
- "Nós nos empenhamos bastante, nos dedicamos. Infelizmente a gente não conseguiu alcançar todos os nossos objetivos, mas pelo menos temos a sensação de que fizemos tudo que estava ao nosso alcance, do ponto de vista pessoal e dedicação, essa é a sensação que fica" - finaliza Hélida Maria Bezerra.
- O motivo principal da nossa decisão foi de fato, uma falta de apoio por parte da secretaria de saúde, das coordenações da secretaria. Apoio esse que acho que o hospital merece, que os funcionários merecem e os pacientes também. A gente não recebeu por parte da secretaria qual será a dotação orçamentária para nos podermos trabalhar, planejar, nos organizarmos - explica Hélida Maria Bezerra, ex - diretora do hospital Walfredo Gurgel
Com ela também pediram exoneração dos cargos o diretor técnico - Claudio José Guzzo. A diretora médica - Marleide Alves dos Santos. A diretora do pronto socorro Clóvis Sarinho - Maria de Fátima Pereira e também o diretor administrativo - Graciliano Antão.
Em nome da equipe a ex - diretora afirmou que além das dificuldades do dia a dia, nas últimas semanas não houve atenção por parte da secretaria estadual de saúde para as solicitações e reivindicações do hospital no sentido de abastecer os diversos setores o que compromete a qualidade do serviço prestado e piorando a superlotação existente. Apesar de tudo, ela sai com a sensação do dever cumprido.
- "Nós nos empenhamos bastante, nos dedicamos. Infelizmente a gente não conseguiu alcançar todos os nossos objetivos, mas pelo menos temos a sensação de que fizemos tudo que estava ao nosso alcance, do ponto de vista pessoal e dedicação, essa é a sensação que fica" - finaliza Hélida Maria Bezerra.

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