O último balanço emitido pela Polícia Nacional do Japão, nesta quarta-feira, dia 16, aponta que o número de mortos subiu para 3.771 e o de oficialmente considerados desaparecidos, para 8.181. As vítimas são tanto do terremoto de magnitude 8,9 que atingiu a costa nordeste na última sexta-feira quanto do tsunami que se seguiu ao pior tremor já registrado no país, o mais preparado em todo o mundo para enfrentar esse tipo de tragédia.
A previsão é que as estatísticas aumentem, principalmente em cidades varridas pelas ondas de até 10 metros. Em apenas uma localidade, de 17 mil habitantes, não se conseguiu contato com cerca de metade da população. As equipes de socorro são formadas por 100 mil militares japoneses, auxiliados por voluntários de diversos países.
O trabalho é dificultado pelas réplicas do terremoto e pelo frio intenso, mas há pessoas sendo retiradas dos escombros com vida, entre elas um bebê de apenas quatro meses, encontrado na terça-feira e entregue ao pai. Até agora já houve 26 mil resgatados, segundo o governo japonês.
Cerca de meio milhão de pessoas estão vivendo em centros de emergência e casas de amigos e parentes, muitos sem água potável e eletricidade. Com a falta de alimentos, além da de combustível, o governo pediu que a comida não se estoque comida. Além dos danos causados pelo terremoto seguido de tsunami, há o temor de um acidente nuclear. Milhares de moradores da região da usina de Fukushima foram evacuados.

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