Imagem: ABr

O ministro do Superior Tribunal Federal Gilmar Mendes, relator do processo da Ficha Limpa, culpou o Congresso Nacional pela confusão gerada pela lei, que ao invés de barrar os “fichas-sujas” foi barrada pela Corte. Ele fez críticas ao fato de o projeto ter sido aprovado em pleno ano eleitoral, em maio passado, segundo ele porque os parlamentares não queriam criar constrangimento entre os eleitores.
O comportamento, disse Mendes, foi “acrítico” e acabou criando na sociedade e em candidatos eleitos uma expectativa que não se confirmou, já que agora começa uma nova etapa da confusão, quando barrados pela lei vão tentar assumir seus cargos. O ministro votou contra a aplicabilidade da lei para as últimas eleições.

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