
O País reduziu a sua proporção de analfabetos para 9,6% em 2010, de 13,6% em 2000. Apesar da melhora, o ritmo da queda no número de pessoas que não sabem ler e escrever diminuiu em relação a década de 91 a 2000. A redução nessa velocidade é encarada com naturalidade por especialistas, que ressaltam o aumento da dificuldade em combater o analfabetismo, na medida em que o estoque de analfabetos diminui, concentrando-se em centros menos urbanizados e mais pobres.
A Região Nordeste é aquela com maior taxa de analfabetismo: 19,1% em 2010, contra 28,2% em 2000 e impressionantes 37,6% em 1991. Entre os nordestinos, em 2010, 47,1% dos analfabetos tinham 60 anos ou mais.
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