De Bush ao Vaticano, morte de Bin Laden repercute na comunidade internacional


O ex-presidente americano George W. Bush, líder do país quando aconteceram os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, exaltou via Facebook a morte do terrorista Osama Bin Laden, cujo corpo teria sido jogado no mar. Ele disse que o fato representa uma “vitória para os Estados Unidos”, que transmitiu a mensagem que "não importa quanto tempo leve, a Justiça será feita".

Bill Clinton, outro ex-presidente dos EUA, afirmou que a morte é “profundamente importante” para o futuro da “paz e da liberdade”. O anúncio também foi comentado por outros líderes internacionais. Hamid Karzai, presidente do Afeganistão, disse que os talibãs devem aprender a lição e largar as armas. Nicolas Sarkozy (França) cumprimentou a “tenacidade” dos americanos, mas alertou que a luta contra o terrorismo continua, enquanto Silvio Berlusconi (Itália) expressou “satisfação” pela “eliminação” de Bin Laden.

Até o Vaticano se manifestou. “Osama Bin Laden, como todos sabem, teve a grave responsabilidade de ter espalhado a divisão e o ódio entre as pessoas, causando as mortes de inúmeras pessoas e explorando a religião para esses propósitos”, declarou, por meio de seu porta-voz.

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