Políticos do RN participam da marcha das margaridas e agricultoras caraubenses marcam presença

Governadora conversou com um grupo de trabalhadoras de Carnaubais
A caminhada, que reúne cerca de 100 mil trabalhadoras rurais de todo o país, saiu do Parque das Cidades pelo Eixo Monumental até a Esplanada dos Ministérios e contou com a participação da governadora Rosalba Ciarlini e também da deputada Fátima Bezerra que foi ao encontro das agricultoras potiguares que participam da Marcha das Margaridas, nesta quarta-feira (17), em Brasília.
Rosalba Ciarlini foi ao encontro das agricultoras potiguares
Em frente ao Congresso Nacional, a governadora conversou com grupos de trabalhadoras do RN. “Estamos aqui para reafirmar o nosso compromisso com o campo, defendendo mais renda, trabalho e participação das trabalhadoras nas políticas públicas”, afirmou a governadora que acompanhou boa parte da manifestação ao lado do secretário de Estado da Agricultura, Betinho Rosado. 
Participação da deputada Fátima Bezerra na 4ª Marcha das Margaridas
Outra que falou de sua satisfação em participar da mobilização foi a deputada Fátima Bezerra: “Participar da 4ª Marcha das Margaridas alimenta minha alma. Sinto-me mais fortalecida após caminhar ao lado de mulheres do campo, da floresta e das águas que diariamente lutam por seus direitos, e de símbolos da luta pela terra, como a líder camponesa Elisabeth Teixeira, cujo marido criou as ligas camponesas na Paraíba e foi assassinado”. A afirmou a deputada.

Esta é a quarta manifestação das agriculturas. A primeira aconteceu em 2000 e o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Caraúbas, em todas elas enviaram agricultoras caraubenses para participarem.

"Sinto-me mais fortalecida após caminhar ao lado de mulheres do campo"  afirmou a deputada
O nome da marcha é inspirado na sindicalista rural Margarida Maria Alves, assassinada em 1983, em Alagoa Grande, na Paraíba.

Entre os objetivos dos manifestantes está o protesto contra as desigualdades sociais, a denúncia a todas as formas de violência, exploração e dominação e o avanço na construção da igualdade para as mulheres.

Gidel de Morais

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