Dilma foi quem pressionou Lula, com rouquidão persistente, a procurar médico

Ricardo Stuckert / Divulgação / Instituto Lula
Segundo reportagem do jornal “Folha de S. Paulo”, a presidente Dilma Rousseff teve papel decisivo no diagnóstico do câncer de laringe de seu antecessor no Planalto, Lula. A petista teria ficado preocupado quando voou com o ex–presidente para Manaus no último dia 24, para a inauguração de uma obra.

Lula teria se queixado de uma rouquidão estranha e persistente, e na mesma noite Dilma avisou o médico Roberto Kalil Filho, cardiologista pessoal dos dois, sobre o problema. 

"Kalil, você tem que caçar o homem. Ele não está legal", teria alertado a presidente. Lula foi ao hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, quatro dias depois do suposto telefonema. Dona Marisa o acompanhou e também foi examinada, devido a uma dor de cabeça que vinha incomodando-a.  

O diagnóstico veio menos de 24 horas depois, e o tratamento teve início na última segunda-feira, com a primeira sessão de quimioterapia. 

Da redação do Pop
Gidel de Morais

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