APODI - A opinião do professor/doutor João Abner Guimarães, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), contraria ao projeto de irrigação da chapada, onde argumenta que a água da barragem não tem vazão suficiente para atender ao mesmo. Temos o maior respeito, mas precisamos trava um amplo debate sobre o assunto, pois de acordo com estudos técnicos do DNOC´S existem demandas e disponibilidades hídricas para atender ao projeto. Este é o sentimento e a posição de representante de associações, cooperativas e secretaria de agricultura de Apodi, assim, temos a obrigação de fazer alguns esclarecimentos.
O distrito irrigado da chapada do Apodi, na visão de algumas lideranças do movimento rural, associações e cooperativista, têm como objetivo somar com todo o patrimônio criado com suor e lágrima pelos trabalhadores, governo e organizações sócias existente no município, onde hoje é um dos maiores celeiros de produtos da agricultura familiar do Rio Grande do Norte.
O professor também espalhar a informação que o distrito irrigado da chapada do Apodi será para as grandes empresas do agronegócio, faltando conhecimento por parte do mesmo ou apenas mau vontade em suas colocações, pois o numero e área dos lotes padrões, segui a seguinte distribuição: número e área dos lotes padrões, tipo pequeno produtor área 8 (ha)/ número de lotes por tipo 305/ total por tipo 2440, técnico nível médio área 16 (ha)/ número de lotes por tipo 120 /total por tipo 1920, profissionais em ciências agrárias área 24 (ha)) número de lotes por tipo 25/ total por tipo 600 e empresários área 48 (ha)/ número de lote por tipo 5/ total por tipo 240 e no total geral 5200 (ha). Ficando os assentamentos do INCRA fora do projeto. Os sete assentamentos dentro do perímetro irrigado têm um baixo assinado solicitando ao governo federal a inclusão no projeto. Continue Lendo
Fonte e fotos: Assessoria - PMA
Gidel de Morais

.gif)
.png)
.jpeg)
.png)
.jpg)
%20(1).gif)
%20(1).gif)

DEIXE SEU COMENTÁRIO AQUI (0)