Cigana Leva Filha Para Casa



Bebê foi tirado a força dos braços da mãe por guardas de Judiaí.

E no começo desta noite (18 de Março) a Mão foi buscar o bebê em um abrigo.


A cigana Gervana Dias recuperou no início da noite desta quinta-feira (18) a filha de 1 ano e 2 meses que havia sido levada na segunda-feira (15) para um abrigo público. O juiz Jefferson Barbin Torelli, da Vara da Infância e Juventude de Jundiaí, determinou a apreensão da criança com base na informação de que ela estava sendo explorada pela mãe. Segundo a denúncia, a mulher pedia esmola com a filha no centro da cidade.

O mesmo juiz determinou nesta quinta que a criança fosse devolvida aos pais, após acolher os argumentos de que o casal tem residência fixa e que a criança não sofreu exploração ou maus-tratos. Assim que pegou a criança no colo, ainda na rua, Gervana deu de mamar ao bebê. Antes disso, perguntou para a avó se a menina não estranharia o peito, uma vez que passou quatro dias afastada da família. "Será que ela não vai ficar desconfiada?", perguntou.

Nós que fazemos parte deste blog, achamos um absurdo o modo como a justiça foi feita com esta mãe, pois tiraram a criança de forma brutal, e sem contar que foi uma "falta de informação", pra não dizer que foi um tipo de preconceito com a cultura cigana, eles vivem da pratica de ler mão, e é um costume encontrar por aí ciganos lendo mãos. Imagine você se fosse um pai explicando, ou mesmo aconselhando o seu filho sobre a prática do homossexualismo, orientando que o homem segundo a Bíblia é pra casar com uma mulher, isto se tornaria preconceito, no entanto eles querem modificar a lei para que os pais não possam orientar os seus próprios filhos, no que diz respeito ao lado sexual da criança, O negro sofre todos os dias com preconceitos e também outras raças, como: a indígenas, os judeus, os evangélicos e como não é diferente os "ciganos". Nem por isso se tem uma lei especifica. Vamos aprender a respeitar os costumes, as tradições e opinião de todos, não podemos obrigar os outros a não ter direito de expressar suas opiniões, seus costumes e tradições.



Por: Gidel de Morais

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