A bancada do Democratas não votará a Medida Provisória 472/09, que tranca a pauta de votações do Plenário, se o governo não concordar em incluir no texto da MP os termos da renegociação da dívida dos agricultores do semiárido nordestino. O anúncio foi feito na sexta-feira pelo líder do partido, senador José Agripino (RN).
Os senadores do Nordeste cobram anistia às dívidas de até R$ 15 mil e a extensão do prazo para renegociação dos demais débitos até 31 de dezembro.
– Não podemos abrir mão de agir no plano parlamentar de forma firme. Se não derem uma solução para o problema do agricultor do Nordeste, a gente bloqueia a pauta, obstrui isso aqui – disse Agripino.
A MP 472/09, que chegou ao Senado em forma de projeto de lei de conversão (PLV 1/10), autoriza a União a ceder ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) R$ 80 bilhões, em títulos da dívida pública. Segundo o governo, o dinheiro ajudará na retomada do crescimento pós-crise econômica, principalmente nas obras ligadas à Copa do Mundo de 2014, à exploração de petróleo do pré-sal e às Olimpíadas de 2016.
Segundo Agripino, o que o governo gastaria para resolver o problema dos agricultores do Nordeste não chegaria à despesa mensal do Bolsa Família (pouco mais de R$ 1 bilhão, segundo o senador).
– Não podemos abrir mão de agir no plano parlamentar de forma firme. Se não derem uma solução para o problema do agricultor do Nordeste, a gente bloqueia a pauta, obstrui isso aqui – disse Agripino.
A MP 472/09, que chegou ao Senado em forma de projeto de lei de conversão (PLV 1/10), autoriza a União a ceder ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) R$ 80 bilhões, em títulos da dívida pública. Segundo o governo, o dinheiro ajudará na retomada do crescimento pós-crise econômica, principalmente nas obras ligadas à Copa do Mundo de 2014, à exploração de petróleo do pré-sal e às Olimpíadas de 2016.
Segundo Agripino, o que o governo gastaria para resolver o problema dos agricultores do Nordeste não chegaria à despesa mensal do Bolsa Família (pouco mais de R$ 1 bilhão, segundo o senador).
Por: Pb. Gidel de Morais

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