O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) é um instrumento de marketing bem elaborado pelo governo Lula, afirmou Papaléo Paes (PSDB-AP) na sexta-feira. As obras do programa anunciadas pelo Executivo como novos investimentos já fazem parte, na verdade, da previsão orçamentária da União, acrescentou.
O PAC foi lançado em janeiro de 2007 para investir em infraestrutura e incentivar o investimento privado, com estímulo ao crédito, ampliação do financiamento e desoneração tributária. O programa aplicaria, segundo o governo, R$ 503,9 bilhões, entre 2007 e 2010, em obras de infraestrutura como portos, rodovias, aeroportos, redes de esgoto, geração de energia, hidrovias e ferrovias.
Os índices de investimento em infraestrutura no Brasil, destacou, começaram a crescer a partir de 2006. Portanto, antes do lançamento do PAC. Os investimentos aumentaram de 1,79% do PIB, em 2005, para 2,03% do PIB em 2006.
– O PAC é apenas um subconjunto de investimentos, ao qual o governo tem dado prioridade e usado nitidamente como peça de propaganda – analisou o senador.
Papaléo criticou ainda o lançamento do PAC 2, já que o governo investiu menos de 11% do previsto para o primeiro PAC. Para o senador, isso é grave e pode ser considerado um retrocesso.
No entender de Papaléo Paes, o governo estaria tentando enganar a opinião pública para eleger seus candidatos.
Por: Pb. Gidel de Morais
– O PAC é apenas um subconjunto de investimentos, ao qual o governo tem dado prioridade e usado nitidamente como peça de propaganda – analisou o senador.
Papaléo criticou ainda o lançamento do PAC 2, já que o governo investiu menos de 11% do previsto para o primeiro PAC. Para o senador, isso é grave e pode ser considerado um retrocesso.
No entender de Papaléo Paes, o governo estaria tentando enganar a opinião pública para eleger seus candidatos.
Por: Pb. Gidel de Morais

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