Às vezes, o "progresso" passa por cima de tudo e de todos, mas há sempre quem esteja disposto a resistir. Um chinês já expulsou várias vezes as pessoas que querem despejá-lo de sua propriedade com um canhão que construiu sozinho.
Na província chinesa de Hubei, Yang Youde não quer fazer o mesmo que seus vizinhos e vender suas terras por ninharia a construtoras que pretendem instalar um complexo comercial no local. Ele já expulsou da fazenda diversos funcionários da empresa, que vão até lá para tentar convencê-lo a sair. Para isso, dispara o canhão caseiro, feito com canos, um carrinho de mão e fogos de artifício.
“Eu só atirei acima da cabeça deles para assustá-los. Não quero ferir ninguém”, disse Yang ao "China Daily". Ele já espantou 100 pessoas da propriedade, sempre atirando de uma torre. O governo ofereceu mais de R$ 35 mil para ele deixar as terras, mas o chinês diz que elas valem pelo menos cinco vezes mais do que isso.
Yang faz parte da resistência ao desenvolvimento imobiliário e de infraestrutura que ocorrem na China em grande velocidade. Moradores comumente são forçados a deixar suas casas e propriedades para que estradas e vilas de luxo sejam construídas. Pessoas como ele moram no que os chineses estão chamando de "Casa de Prego", em alusão ao prego que se recusa a ser pregado pelo martelo.
Na província chinesa de Hubei, Yang Youde não quer fazer o mesmo que seus vizinhos e vender suas terras por ninharia a construtoras que pretendem instalar um complexo comercial no local. Ele já expulsou da fazenda diversos funcionários da empresa, que vão até lá para tentar convencê-lo a sair. Para isso, dispara o canhão caseiro, feito com canos, um carrinho de mão e fogos de artifício.
“Eu só atirei acima da cabeça deles para assustá-los. Não quero ferir ninguém”, disse Yang ao "China Daily". Ele já espantou 100 pessoas da propriedade, sempre atirando de uma torre. O governo ofereceu mais de R$ 35 mil para ele deixar as terras, mas o chinês diz que elas valem pelo menos cinco vezes mais do que isso.
Yang faz parte da resistência ao desenvolvimento imobiliário e de infraestrutura que ocorrem na China em grande velocidade. Moradores comumente são forçados a deixar suas casas e propriedades para que estradas e vilas de luxo sejam construídas. Pessoas como ele moram no que os chineses estão chamando de "Casa de Prego", em alusão ao prego que se recusa a ser pregado pelo martelo.
Por: Pb. Gidel de Morais
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