Família autoriza doação de órgãos e descobre que parente está vivo

Uma família de São Paulo levou um susto ao descobrir que o parente, que teria tido morte cerebral, estava vivo. Eles já haviam até autorizado a doação dos órgãos do cobrador Hamilton Souza Maia, 43 anos, baleado em um assalto na zona norte da capital. As informações são do jornal “Folha de S. Paulo”.
O crime contra o cobrador aconteceu na noite de terça-feira, dia 22. Depois de uma tomografia, um médico do complexo hospitalar do Mandaqui comunicou à esposa da vítima a morte cerebral e conversou sobre a doação de órgãos. Na tarde de quarta-feira, no entanto, a família foi informada que ele estava vivo e reagia a impulsos.
Os movimentos de Hamilton, que chegou a mexer as pernas, a cabeça e a levantar uma mão, haviam sido classificados pelos enfermeiros como “reflexos”. O estado de saúde do paciente é gravíssimo. Ele perdeu massa encefálica e continua com o projétil alojado na cabeça.

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