Em segunda carta, atirador de Realengo diz proteger "fornecedores" e relata bullying

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O programa “Fantástico”, da Rede Globo, que teve acesso com exclusividade à casa de Wellington Menezes de Oliveira, 24 anos, revelou que o jovem responsável por matar 12 crianças na Escola Municipal Tasso da Silveira, Realengo, zona oeste do Rio, deixou uma segunda carta.
No material, encontrado em sua residência, ele diz que queimou o computador para proteger seus “fornecedores”. Em outro trecho, confirma ter sido vítima de bullying na escola, a mesma onde ocorreu o massacre. O assassino acusou pessoas que "se aproveitam da bondade ou da inocência de um ser" pelas mortes, inclusive a sua, e parabenizou o menino australiano que ficou famoso na internet após reagir a investidas de colegas.
A reportagem flagrou na casa fogos de artifício desmontados, manuscritos e livros religiosos sobre a cama de Wellington, anotações sobre a dieta que ele seguia e sujeira espalhada, como restos de comida.
O “Fantástico” ainda mostrou imagens inéditas, em que populares e policiais militares passam ao lado de um menino de 15 anos agonizando no corredor e não o socorrem. A ajuda só vem 10 minutos depois. A vítima continua internada. Em nota, a PM atribuiu a demora à hipótese que havia um segundo atirador na escola.

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