Associações de catadores registraram uma queda na arrecadação de materiais recicláveis
Diferentemente da Associação Caraubense de Reciclagem, Serviços e Educação Ambiental (ACRESEA), As associações de catadores de Mossoró estão registrando uma queda na arrecadação de materiais para ser reaproveitado. O problema, segundo as entidades, é a falta de interesse da população em colaborar com o serviço de coleta seletiva. Muitos mossoroenses ainda não dão conta da importância de separar o lixo reciclável do lixo orgânico, que é aquele que deve ir para o aterro sanitário.
Todos os dias, a mesma rotina. Para garantir o sustento da família, dezenas de catadores saem as ruas de Mossoró recolhendo e revistando o lixo deixado pelos moradores na frente das casas. O material que não tem serventia pra muitos se transforma em renda nas mãos desse pessoal.
– Dá para tirar de 200 a 300 reais por mês, dependendo do trabalho. É um produção quanto mais você está trabalhando, mais você está tirando, quanto menos você trabalhar vai estar tirando menos - comenta José Adailton Torres, catador.
Os catadores trabalham de forma independente mas precisam da colaboração dos moradores e é esse o problema. Nos últimos meses, o número de coletas diminuiu. Segundo a presidente desta associação, muitas pessoas estão displicentes com o serviço de coleta e esquecem de separar o lixo ou então de deixar o material em frente das casas.
Os catadores trabalham de forma independente mas precisam da colaboração dos moradores e é esse o problema. Nos últimos meses, o número de coletas diminuiu. Segundo a presidente desta associação, muitas pessoas estão displicentes com o serviço de coleta e esquecem de separar o lixo ou então de deixar o material em frente das casas.
Esse projeto da coleta seletiva começou em 2007 em Mossoró. O trabalho é uma parceria entra prefeitura que cede três caminhões para a iniciativa e as associações de catadores com a mão de obra . A coleta acontece todos os dias da semana em 30 bairros da cidade e para ela funcionar de fato e necessário haver a integração de todos, principalmente da população.
O problema é que essa cooperação está deixando a desejar. Os catadores explicam que além de não ter cuidado com o lixo, muitos moradores ainda não separam os materiais de forma adequada. Resultado é esse, mistura de plástico com restos de comida, papel higiênico junto com papelões, ou seja, lixo orgânico misturado com material reciclável. Wanda que trabalha separando papéis nessa associação do bairro Nova Vida diz que já foi vítima várias vezes dessa falta de consciência de uma boa parte da população.
O problema é que essa cooperação está deixando a desejar. Os catadores explicam que além de não ter cuidado com o lixo, muitos moradores ainda não separam os materiais de forma adequada. Resultado é esse, mistura de plástico com restos de comida, papel higiênico junto com papelões, ou seja, lixo orgânico misturado com material reciclável. Wanda que trabalha separando papéis nessa associação do bairro Nova Vida diz que já foi vítima várias vezes dessa falta de consciência de uma boa parte da população.
Gidel de Morais
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